terça-feira, 7 de outubro de 2008

+ Fotos...

Pessoal mais fotos autorizadas serão adicionadas ao blog! Espero que gostem e obrigado a todos que participaram!
Autoria de - LRFarias


Autoria - Flávio Cruvinel Brandão


domingo, 5 de outubro de 2008

Tilápias siamesas surpreendem piscicultores na Tailândia

Dupla da espécie nasceu grudada pelas escamas da barriga. Animais vivem em harmonia; maior protege o menor de colisões.

Os mais novos habitantes de um aquário na Tailândia são uma dupla literalmente inseparável: duas tilápias-do-nilo que nasceram grudadas pelas escamas e pela pele da barriga. Os irmãos vivem em aparente harmonia, segundo seus donos: ao nadar, o peixe de cima toma cuidado para que o peixe de baixo não se esborrache contra o vidro do viveiro. A espécie é comum em vários lugares do mundo, inclusive no Brasil, tendo sido introduzida para piscicultura.

Irmãs não se desgrudam -- literalmente (Foto: Sukree Sukplang/Reuters)

Segundo donos, animal de cima protege o de baixo (Foto: Sukree Sukplang/Reuters)

Agradecimentos
especiais a Flavio Condé

Por ter enviado essa matéria...




Obrigado!

Oi quero agradecer a todas as contribuições que estou recebendo, um abraço e um obrigado pessoal. E espero que continuem a ler o que esta sendo postado aqui são materias que julgo ser importante ou curiozas então não deixe de acessar o blog...


quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Cientistas flagram formação de novas espécies de peixe 'ao vivo'

Mudanças na visão de peixinho africano alteram preferência de fêmeas.
As que vivem em água funda querem vermelhos; as de água rasa, os azuis.

Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo

É a prova definitiva de que a beleza está nos olhos de quem vê, ao menos se você é um peixinho africano. Uma equipe internacional de pesquisadores mostrou que a diferenciação entre duas espécies que vivem num lago provavelmente aconteceu porque uma delas precisa enxergar melhor a cor vermelha, enquanto outra tem de otimizar a visão do azul. Com isso, machos vermelhos ou azuis se tornaram os preferidos, dependendo do ambiente, o que teria iniciado o processo de especiação, ou seja, de formação de espécies.

A simpática pesquisa, coordenada por Ole Seehausen, da Universidade de Berna (Suíça), está na edição desta semana da revista científica britânica “Nature”. Seehausen e seus colegas de três continentes resolveram meter a mão numa cumbuca antiga: será que duas populações de animais podem se transformar em espécies distintas sem barreiras geográficas (como um rio ou uma montanha) entre elas? Segundo os pesquisadores, a resposta para os peixinhos do lago Victoria (que fica entre o Quênia, a Tanzânia e Uganda, na África Oriental) é sim.

A chave está nas diferenças de profundidade das águas onde vivem os ciclídeos Pundamilia pundamilia e Pundamilia nyererei. Os ciclídeos do lago Victoria são famosos por suas cores deslumbrantes, o que os levou a freqüentar aquários de água doce do mundo inteiro, e pelo aparecimento de centenas de espécies no lago em poucas centenas de milhares de anos, fenômeno único no planeta. Acontece que as duas espécies mencionadas acima são diferentes na cor nupcial de seus machos: a P. pundamilia tem machos azuis-acinzentados, enquanto os rapazes P. nyererei são amarelos, com dorso vermelho-escarlate. Os machos vermelhos vivem em águas mais fundas, onde é mais fácil perceber a cor vermelha, enquanto os azuis ficam no raso, onde a coloração azulada aparece mais.

A sugestão óbvia era a seguinte: será que a diferenciação justamente por causa da profundidade da água, levando as fêmeas a preferirem os machos de cor mais marcante em cada ambiente para acasalar conforme o tempo passava? Para isso, os pesquisadores precisavam testar a capacidade dos peixes de perceber essas cores. E eles acharam um jeito esperto de fazer isso: avaliando genes dos bichos que contêm a receita para uma proteína essencial dos receptores de luz nos olhos.

O que acontece é que certas variantes dessas proteínas são otimizadas para captar a faixa do azul, enquanto outras captam melhor a do vermelho. E, ao examinar o DNA de centenas de peixes, os pesquisadores acharam justamente a correlação esperada: bichos que vivem no fundo e cuja população tinha machos avermelhados tinha visão adaptada para enxergar mais o vermelho, e a mesmo acontecia para águas rasas e a visão do azul. O mais provável é que as necessidades visuais tenham enviesado a noção do belo entre as fêmeas. Ao longo do tempo, as de águas fundas só se acasalavam com os machos vermelhos, e as de águas rasas só tinham bebês com os azuis, sacramentando a separação.

Agradecimentos especiais a Flavio Condé

Por ter enviado essa matéria...


segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Capivara brasileira vai à Espanha para se casar...

Fêmea de um ano foi criada no Zoológico de Brasília.
"Marido" é atração do Museu de Ciência de Barcelona.

Viagem para núpcias na Europa. O sonho de muita gente está sendo realizado por uma jovem de Brasília: uma capivara, que atravessou o Atlântico para se casar com um macho espanhol, que ficou viúvo.

É uma história de amor como nos contos de fada. Só que no reino animal.


O príncipe vive na Espanha e é a principal atração do Museu de Ciência de Barcelona, que tem um setor destinado à fauna e à flora da Amazônia. Mas, ultimamente, há quase dois anos para ser exato, ele andava triste, desanimado. Afinal, ficou viúvo. Tudo parecia sem graça na vida desse sujeito de pouco mais de 5 anos de idade, quando chegou a notícia. Uma princesinha viria para se casar, ou se acasalar, com ele.


A noiva é uma donzela de um ano de idade. Foi criada no zoológico de Brasília, de onde partiu na segunda-feira passada para conhecer seu noivo estrangeiro.


"É uma missão de amor ela vai para se juntar a um macho fazer o seu papel de conservação criar uma família", diz.

O desembarque em Barcelona era aguardado com ansiedade. O pessoal do Museu não via a hora de conhecer a jovem capivara. Ela não escondia o cansaço. Foram 15 horas de vôo até lá.

Ao chegar ao museu, foi logo batizada: Brasília é agora o nome da princesinha. O diretor Jorge comemora o evento com bom-humor:

"Bem-vinda. Temos preparado um noivo para ela. O namorado está esperando por dois anos. Está muito nervoso", contou ele.

Pode ser brincadeira, mas que o noivo espanhol estava inquieto, isso ele estava.
Eram mais de 22h da última terça-feira quando ela foi solta, mas só num cantinho do cativeiro, para ir se acostumando aos poucos.

Apenas dois dias depois, a lona que impedia o acesso visual dos noivos, para evitar rejeição, foi retirada. Brasília, que tomou um longo banho antes do encontro com o noivo, nem teve tempo de se secar.

Ele, inicialmente, ficou em cima do muro. Olhou de longe, cheirou e finalmente desceu para o noivado. Ela bem que tentou pular a cerca, para se encontrar com ele, claro. Mas logo viu que o esforço seria inútil.

Por enquanto olhar-se de longe é tudo o que os dois vão poder fazer nesse cativeiro, um mundo feito para funcionar com perfeição. Calor sempre ao redor de 30 graus. Onde a umidade, a luz, o vento e a chuva são fenômenos controlados por computador.

É em uma pequena floresta artificial, onde as pessoas podem entrar para ver os bichos bem de perto, que a nossa brasileirinha vai viver daqui para frente. Casada e, certamente, em breve cercada de filhotes. Afinal, o noivado já aconteceu, e foi um sucesso. Noite, o dia, núpcias, já que os animais não ligam para esses detalhes, segundo os veterinários, vai se realizar sim. É só uma questão de tempo ou melhor, de peso.


Acontece que a jovem noiva tem apenas 20 quilos. É uma menina perto do noivo, que pesa o dobro. O biólogo explica que Brasília precisa ter pelo menos uns 10 quilos a mais para poder se acasalar. Senão o macho acaba com ela, ele brinca. O matrimônio está feito, mas para dormir com a esposa o marido ainda terá que esperar mais um pouquinho. Cerca de 6 a 8 meses.


Brasília foi doada ao Museu de Ciência de Barcelona por um empresário.


"Nosso objetivo é mostrar, da melhor forma possível, essa realidade das regiões tropicais. Por isso, estamos tão agradecidos.", diz Anna Snahuja, diretora do museu.


Entre aves, peixes e plantas, Brasília e seu marido espanhol iniciam uma nova vida sob os olhares curiosos de centenas de pessoas que visitam o museu todos os dias. E que torcem para que o casal seja feliz para sempre.


Pingüins aparecem em praias de Ubatuba

Em uma semana, 25 animais apareceram na cidade do Litoral Norte.
Eles vêm da Argentina, trazidos por correntes marítimas frias.
A cidade de Ubatuba, a 224 km de São Paulo, conta com uma atração a mais para os turistas que visitam a cidade: pingüins que vêm da Argentina estão aparecendo em suas praias.

Em apenas uma semana, 25 pingüins chegaram ao local. Eles pegam correntes marítimas frias e os mais jovens acabam se perdendo do grupo.

Os animais chegam à praia cheios de óleo no corpo. Os técnicos do aquário da cidade prestam socorro para que eles não morram.


sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Aquário

É a escolha mais importante ao iniciarmos na aquariofilia e para o sucesso do aquário. Você deve levar em consideração o tamanho e o modelo, que são muitos, e escolher com cautela. Cada um tem uma utilização e características específicas, por isso, pergunte-se:

Quais são os tipos de peixes que eu quero ter no meu aquário?

Qual é o espaço disponível em minha casa?

Quanto eu posso investir?


É um erro comprar um aquário pequeno só para começar. Adquira sempre o maior que seu dinheiro e espaço permitirem pois, uma vez iniciado, você não vai querer parar mais. Todavia, existem outros fatores:



Formato - existem inúmeros formatos disponíveis no mercado que vão do globo, quadrado, retangular, torre, sextavado, octagonal, etc... O retangular, na minha opinião, é o melhor formato pelo fato de ser aceito por todas as espécies, mais fácil de limpar e iluminar.


Tamanho - você irá encontrar aquários que vão desde os pequenos, do tipo beteira, até aquários acima de um metro. De modo geral, quanto maior o aquário, melhor, pois haverá mais espaço para os peixes. Um aquário maior permite que nele sejam colocadas diversas espécies de peixes, pois facilita a sua convivência, as brigas diminuem e os peixes perdem a sua agressividade natural. Outra vantagem: é mais fácil estabilidade, as mudanças ocorrerão lentamente e, como resultado, exercerão menor impacto sobre os peixes.


Altura - ela corresponde à metade do comprimento.


Todos os aquários devem seguir uma proporção, veja a tabela:

O cálculo do volume é feito da seguinte maneira:
comprimento
(cm) X largura (cm) X altura (cm) e divide-se o resultado por 1000.





Oi! Sejam bem vindos!
Quer ter a foto de seu aquário aqui então não perca tempo mande sua foto para bettaamigo@yahoo.com.br mande agora mesmo, e não deixe de acessar diariamente este blog!!


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